O Pascal e a Phoebe não são apenas gatos, são parte da nossa família.
O Pascal chegou até nós há sensivelmente 12 anos. Fui com a minha filha buscá-lo à rua, onde se encontrava numa ninhada de cinco gatinhos: três siameses e dois pretos. O Pascal veio connosco, e um dos gatinhos pretos ficou com o meu irmão, que lhe deu o nome de Jo.
Desde esse dia, o Pascal passou a fazer parte da nossa vida.
Hoje, já com 12 anos, o Pascal continua a ser um gato muito especial. Tem uns lindos olhos azuis, é extremamente ternurento e adora os seus donos. É inteligente, brincalhão e mantém aquele ar curioso de quem está sempre atento a tudo o que o rodeia.
Só há uma coisa que realmente detesta: ir ao veterinário.
A Phoebe chegou mais tarde, há cerca de 6 anos. Foi a minha filha Joana que a encontrou na rua e decidiu trazê-la para casa. Confesso que, ao início, fui contra a ideia mas hoje não tenho qualquer dúvida: derreto-me completamente por ela.
A Phoebe tem uns olhos verdes expressivos, um pelo incrivelmente macio, quase como seda, e gosta de se aninhar ao colo como se fosse um bebé. Mas, de um momento para o outro, também se pode transformar numa verdadeira diabinha cheia de energia e personalidade.
Apesar de, por vezes, existirem pequenas discussões e algumas lutas entre eles, o Pascal e a Phoebe dão-se bem e têm uma ligação muito forte. Podem implicar um com o outro, mas a verdade é simples: não conseguem estar um sem o outro.
São dois gatos diferentes, com personalidades únicas, mas juntos fazem parte da nossa história, do nosso dia a dia e do nosso coração.